Franquia

Estamos presentes no Acre, Rondônia, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Maranhão, Tocantins, Goiás, Minas Gerais, Bahia, São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul e outros.

A JRS Senepol desenvolveu um projeto denominado “Franquia Senepol JRS” para produção e comercialização de Touros Senepol POI. O objetivo da nossa franquia é somar forças com criadores e investidores para a produção e comercialização de Touros Senepol.

Nesse projeto a JRS disponibiliza todo seu conhecimento, genética e modelo de negócio, adquiridos desde sua entrada na raça em 2007. O pecuarista/investidor completa o processo com área, estrutura, recursos, cria e/ou recria dos animais.

Esse sistema, baseado na relação ganha-ganha, cada um contribui com suas forças e juntos fazemos a produção, cria, recria e venda dos animais, desde a concepção do embrião até a comercialização dos tourinhos em nossos Leilões.

O modelo busca identificar as características dos criadores e investidores e desenvolve um projeto especifico para somar forças. Para isto temos um mix de produtos e serviços a oferecer:

  • Estudo de Viabilidade Econômica individualizado
  • Fornecimento de Genética e Prenhez
  • Fornecimento de Genética
  • Fornecimento de Prestação de Serviços para a Produção Prenhez
  • Banco de Sêmens com os principais raçadores mundiais da raça (inclusive sexado de macho)
  • Serviço de Cria dos Bezerros
  • Gestão da processo de comunicação e registro dos animais junto ABCBSenepol
  • Oportunidade de participar dos ganhos de aprendizado do grupo (compra de insumos, manejo, controle e etc…)
  • Preparação do Animais para venda (Leilão)
  • Serviço de Avaliação de Performance (NOVIDADE 2016)
  • Organização e Venda dos Touros nos nossos Leilões

Recomendações Técnicas

Instruções para Coleta de Amostra de Pelo para DNA

1- Coletar os pelos da região da cauda preferencialmente. Os pelos devem estar limpos e secos para evitar a proliferação de fungos e outros contaminantes.

2- Por animal, retire uma amostra de pelos.

3- Enrole os pelos em uma caneta bic, ou mesmo no dedo, o mais próximo possível da pele da vassoura da cauda. Puxe firme na direção do crescimento do pelo.

4- Verifique se os bulbos pilosos (raiz do pelo) estão na ponta dos pelos que foram retirados (a presença destes é fundamental, pois é desta estrutura que se extrai o DNA).

5- Caso seja possível, lavar as mãos ou passar álcool entre uma coleta e outra para evitar a contaminação do material de um animal com o de outro.

6- Identificar o envelope com nomes (Nome, RGD) do animal, número da receptora, data de nascimento do animal; sexo, nome do criatório (JRS Senepol – José Reinaldo da Silva) e data de coleta.

7- Deve-se utilizar um envelope para cada animal coletado, tomando-se o máximo cuidado para não colocar em um mesmo envelope pelo de diferentes animais.

8- Envie o material coletado para o endereço abaixo:

LABORATÓRIO VRGEN

RODOVIA MARECHAL RONDON, KM 530

CAIXA POSTAL 163 – CEP 16010-971
ARAÇATUBA – SP

9- Envie uma planilha com os dados dos animais (inclusive com nome de registro na associação) informando o envio das amostras, solicitando o cadastro no nome da JRS Senepol e  copiando os seguintes endereços:

[email protected]

[email protected]

[email protected] 

Manual de Registro Animais ABCB Senepol e Procedimentos de Controle

Este documento tem como objetivo descrever o processo de registro de animal Senepol POI na Associação Brasileira de Criadores de Bovinos Senepol:

  • Comunicação de produção do embrião: é feita pela empresa de Veterinária que faz a FIV
  • Comunicação de nascimento do bezerro
  • Registro do DNA: após alguns meses de vida o animal precisa ter seu DNA comprovado. Para isto coletamos uma amostra, enviamos para a VRGen de Araçatuba o material, informamos os pais e eles emitem o laudo e enviam para a associação
  • Liberação do registro de nascimento (RGN): após a liberação do DNA a associação nos envia um registro de nascimento
  • Desmama: aos 7 meses de idade os animais são desmamados e recebem um brinco de identificação 

  • Registro Definitivo: feito após 14 meses de idade, a partir de uma visita de um técnico da associação que vai na fazenda, avalia o animal, marca o animal com fogo e carimba o RGN o transformando em RGD
  • Embrapa/Geneplus: cadastro no sistema das avaliações dos animais – peso nascimento, desmama, sobreano (registro) e avaliações; para melhoramento genético do rebanho
  • Agenda de vacinação: nascimento, 3/4 meses, desmama, sobreano, brucelose, aftosa. etc.

Preparação de Receptoras para FIV

Este documento tem como objetivo descrever o processo de avaliação de receptoras para utilização nos trabalhos de transferência de embrião, via FIV, em parceria com a JRS Senepol, dividido nos seguintes itens:

  • Orientações gerais
  • Avaliações:
    1. Avaliação da condição reprodutiva
    2. Avaliação do peso
    3. Avaliação do escore de condição corporal
    4. Exame de brucelose e tuberculose
  • Preparação
    1. Vacinação e estado sanitário
    2. Nutrição
    3. Identificação
  • Processo de FIV
    1. D0- implante (quarta-feira)
    2. D8- retirada implante e hormônios (quinta-feira)
    3. D9- OPU, coleta de oócitos doadoras (sexta-feira)
    4. D17- TE, transferência de embrião (Sábado)


1) Orientações gerais:

  • Recomenda-se que as receptoras escolhidas tenham habilidade materna, esse é o principal ponto. Para isso, em geral, a utilização de novilhas de cruzamento industrial ou chocadas tem gerado melhores resultados, em especial para o peso dos bezerros na desmama;
  • Idade: recomenda-se trabalhar com receptoras de aproximadamente 24 meses, primípara. Vacas mais velhas podem apresentar baixa eficiência.
  • Chifres, problemas nos tetos, cascos ou qualquer defeito que possa prejudicar a gestação ou o bezerro devem ser evitados;
  • Eficiência: animais que já tenham sido transplantados, que tenham sofrido abordo ou perda de bezerros devem ser evitados;

2) Avaliações recomendadas:

  •  Avaliação da condição reprodutiva: a receptora precisa estar ciclando e com boa condição reprodutiva;
  • Avaliação do peso: o peso das receptoras deve estar acima de 300kg;
  • Avaliação do escore de condição corporal: o escore corporal indicado está entre 3 e 4;
  • Exame de brucelose e tuberculose: recomenda-se o exame de brucelose e tuberculose em todas as receptoras;

3) Preparação:

  • Vacinação e estado sanitário:
    • Bioabortogen H e Biopoligen – vacina contra doenças reprodutivas (IBR, BVD, Campilobacteriose, Histofilose e Leptospirose) – reforço a cada 6 meses (sugestão maio e novembro) – 5ml de cada, subcutâneo, dose e reforço.
    • Bioclostrigen J5: vacina contra Clostridioses – reforço a cada seis meses (sugestão maio e novembro) – 5ml de cada, subcutâneo, somente dose;
    • Complexo vitamínico: sugere-se a aplicação de um complexo vitamínico no protocolo para auxiliar no aumento da prenhez. Para isto aplicação de Catosal, dose única, no protocolo, por exemplo na retirada do implante.
      ** Se faz importante ressaltar que um calendário vacinal que contemple todas as categorias dentro de um rebanho é indispensável, para que se minimize o desafio contra as principais doenças que acometem os resultados produtivos da pecuária.
  • Estado sanitário: as receptoras devem estar com um bom estado sanitário (carbúnculo, vermífugo, aftosa e etc)
  • Nutrição: recomenda-se que as receptoras tenham uma nutrição adequada. Maior eficiência é atingida quando as receptoras ganham peso nos 60 dias após a transferência do embrião.
  • Identificação: recomenda-se que a receptora tenha brinco ou marca para facilitar sua identificação.

4) Processo de FIV:

  • D0- implante (quarta-feira)
  • D8- retirada implante e hormônios (quinta-feira)
  • D9- OPU, coleta de oócitos doadoras (sexta-feira)
  • D17- TE, transferência de embrião (Sábado)

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